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Escrito por: Suzy Devoz
21 nov 14

Tipos de Renda

Muitas noivas só descobrem os diversos tipos de renda na hora da compra do vestido, e acabam saindo com outro tipo de renda do que tinham em mente ao sair para compras! Para não errar, é preciso sentir o toque macio e testar o caimento no corpo, o tecido não pode ficar enrugado.

Existe uma grande variedade de fios para se tecer uma renda. Para o efeito ser bonito, precisam de acabamento feito à mão. A alta costura deixa a impressão de que o tecido foi rendado no corpo da noiva, sem deixar nenhuma costura aparente.

A renda francesa chantilly com fio soutache e bordados é um dos tipos mais desejados pelas noivas. Mas a renda francesa é bem cara, feita com algodão e seda. Por isso, muitas empresas criam rendas parecidas com fios sintéticos, como viscose e poliamida. As sintéticas possuem quase as mesmas vantagens de caimento, porém são um pouco menos ‘nobres’ do que as tradicionais francesas. Elas geralmente são fabricadas na China e só percebe a diferença pelo toque. Mais ainda assim sai um pouco caro, porque dá trabalho de fazer de qualquer jeito, mesmo com a renda mais barata. Os preços do metro variam de R$ 150 a R$ 850 o metro.

As rendas mais nobres possuem uma borda trabalhada, chamada bico. Pode ser aplicado na barra, no decote, e em várias outras partes do vestido. Uma dica é ver qual é o efeito do bico, ele ajuda a dar leveza ao acabamento e fazer toda a diferença!

Vamos aos tipos de renda:

Renda Alençon – francesa: é uma renda originada em Alençon, França, por isso o nome. Possui um desenho floral ou de folhas em uma rede fina de fundo. O desenho, feito de fios de linho fino, é traçado com fios mais grossos para reforçar o padrão e adicionar mais definição. É geralmente embelezado com contas (miçangas) ou paetês.

Renda Battenberg: (também conhecida como Renda Renaissance). Uma renda mais grossa feita de fios de linha, ou fita, em padrões e então usando conexões feitas de fios, para segurar os padrões juntos. A renda Battenberg foi criada no final do século XIX. Cada duque inglês tinha seu próprio padrão de renda, então esse tipo novo de renda foi inventado quando a Rainha Victoria deu ao seu genro o título de Duque de Battenberg.

Renda Chantilly – francesa: leva este nome porque foi desenvolvida na região de Chantilly, na França. É uma opção para as noivas mais românticas. Possui caimento leve e delicado, além de macio ao toque. É caracterizada por um padrão de flores, galhos e faixas num fundo de rede plana. É uma das rendas mais caras e é perfeita para usar em modelos que pedem bastante movimento e fluidez. Também deixa uma transparência nas costas muito bonita.

Renda Duquesa: um tipo de renda Belga de bobina, nomeada para Maria Henriquieta, possui um desenho floral em um fundo de rede espaçada.
A renda é não contínua pois o desenho é feito em peças e então conectadas juntaso com pontes na sua criação. Há duas variações: Bruxelas e Bruges.

Renda Veneziana: uma renda ponta de agulha originada em Veneza, Itália.
É geralmente usada para adornar punhos e colares, é uma renda de padrão aberto que não é prendida na rede ou qualquer outro fundo e cada parte é conectada à próxima por fios “pontes”.
É tipicamente feita de padrões grandes de flores, spray, folhas e figuras geométricas. E geralmente cortada em apliques (peças de renda que são costuradas em outros tecidos) ou usado como enfeite.

Renda Eyelet: um tipo de renda, geralmente feita de algodão e distinta por buracos, ou ilhós, que são cortados no tecido para criar um padrão. Os buracos têm acabamento nas pontas com contas e o tecido é borbado com padrões delicados de flores. Esta renda é menos formal.

Renda Guipure: um estilo mais grosso, com um fundo aberto feito de uma série de guipures, é feito com pontos pesados e bordado no papel e o papel depois é dissolvido deixando a peça final de renda. Guipure geralmente tem desenhos de rosas, margaridas e formas ovais. É bem tradicional e elegante. Pode ser usada para cobrir um corpete. O caimento dela também é mais pesado e ideal para vestidos bem estruturados. É possível aproveitar o desenho bem marcado deste tipo de renda para recortar e fazer aplicações no vestido, no acabamento da saia e véu da noiva.

Renda Lyon: parecida com a renda Alençon, só que tem um peso mais leve. A renda geralmente é traçada com um fio fino de seda ou algodão, dando uma aparência mais delicada. Essa renda tem um desenho intricado e ornamental, delicadamente com ponto numa rede de fundo.

Renda Point D’esprit (também chamda de Ponto suíço). Feita pela primeira vez na Suíça em 1750, esta renda é feita de formas ovais, pontos ou quadrados espaçados uniformemente em um tema ou tecido fino leve, como chiffon ou rede fina. Os pontos podem ser tecidos, juntados ou bordados no tecido. É geralmente uma camada por cima de outro tecido mais grosso e geralmente usado em véus.

Renda Soutache: uma moderna variação da renda Battenberg, é formada por costurar uma faixa em um pdrão ou um fundo de renda fina. Por ser rebordada com o fio soutache, é mais pesada do que as outras e, por isso, tem menos caimento. É uma opção ideal para ser usada sobre um tecido encorpado como o zibeline, por exemplo. Outra ideia é ser recortada e reaplicada no vestido.

Renda Schiffli: é uma renda leve feita à máquina, que evoluiu de uma versão à mão, que tem um padrão bordado decorativo intricado, entrelaçado, por toda a superfície da rede Inglesa ou tule. Isto dá a renda um aspecto leve, aéreo.

Renda Espanhola: uma renda em formato de bobina contínua que é caracterizada por um desenho de rosas lisas em uma rede de fundo. É geralmente usada em véus matilha.

Renda Tipo italiana: esta renda é um pouco mais barata do que a renda francesa, mas está entre as que podem ser consideradas mais nobres. Sua confecção busca delicadeza nos desenhos e tem um bom caimento.

Renda Bordada: rendas de qualquer tipo, bordadas com miçangas ou canutilhos, fazem sucesso entre as noivas. Pode ser utilizada em qualquer parte do vestido. Como são bordadas em bastidor e em uma metragem maior, o custo é menor do que um serviço de uma bordadeira.

Renda tipo francesa: tenta imitar o modelo mais caro, mas não tem um toque tão macio nem um caimento tão ideal como a original. Serve de opção para quem quer gastar menos.

Renda Richelieu: é uma reda mais dura, e por isso costuma ser usada apenas para fazer apliques ou bordados aplicados. Primeiro, as bordadeiras traçam o desenho num papel. Depois, o desenho é passado para o tecido e é bordado por uma máquina. No final, é feito um trabalho manual. As bordadeiras cortam o restante do tecido com uma tesoura, contornando o desenho feito pela máquina, para deixar o vazado. 

  fonte: Noiva, Esposa, Mãe

 

Noiva (78)
Escrito por: Suzy Devoz
19 nov 14

Noiva Maria Devoz – Kellen Castilho

Gente jovem, animada e cheia de encanto. Que graça estar sempre ao lado de pessoas animadas, nāo? Disse-nos que queria dançar e festar a noite toda. Ela ficou linda em seu fashion Maria Devoz em um mix de rendas e babados que renderam muitos babados a noite toda. Beleza Rildo Cruz. Fotografia Leandro Mendes.

 

 


 

 


 

 

 

 


 

 

 

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